
Fechou a porta e sentiu o cansaço invadi-la, estendeu-se em cima da cama, ainda vestida… passavam-lhe pela cabeça as memórias dos últimos dias em Lisboa, da confusão que se tornara a sua vida e a sua relação, que começara tão de mansinho e que se tornara já uma fonte de inseguranças e de mal-estar… adormeceu com um sorriso, ao recordar o prazer da viagem e o agradável serão com aquele desconhecido.
Abriu os olhos para um novo dia, o primeiro dia de férias, as malas estavam espalhadas pelo quarto e a roupa da véspera no corpo… riu-se de si mesma: São férias! disse em voz alta, para que a sensação se lhe entranhasse… às vezes fazia-o, falar em voz alta consigo mesma, sobretudo quando tinha de se convencer a si mesma de qualquer coisa.
Tomou um duche e foi à procura da esplanadinha junto à piscina, para tomar o pequeno-almoço. Comeu e deixou-se ficar a desfolhar o livro que levara para companhia, enquanto tomava o café e fumava o seu cigarro, saboreando o tempo que corria, morno, e o cheiro das azáleas em flor.
- Permite-me que tome um café consigo… era uma voz suave, quase sussurrada, perto do seu ouvido. Levantou os olhos do livro e viu-o, com um ar desportivo, descontraído, bem diferente o ar executivo da véspera… a barba começava a despontar, dando-lhe um ar negligé e mais leve…
- Claro! Sente-se à vontade … respondeu-lhe com agrado na voz.
- A noite foi reparadora?
- Adormeci vestida, acredita nisto…?
- Acredito, estava visivelmente cansada. E agora, piscina ou praia…?
Abriu os olhos para um novo dia, o primeiro dia de férias, as malas estavam espalhadas pelo quarto e a roupa da véspera no corpo… riu-se de si mesma: São férias! disse em voz alta, para que a sensação se lhe entranhasse… às vezes fazia-o, falar em voz alta consigo mesma, sobretudo quando tinha de se convencer a si mesma de qualquer coisa.
Tomou um duche e foi à procura da esplanadinha junto à piscina, para tomar o pequeno-almoço. Comeu e deixou-se ficar a desfolhar o livro que levara para companhia, enquanto tomava o café e fumava o seu cigarro, saboreando o tempo que corria, morno, e o cheiro das azáleas em flor.
- Permite-me que tome um café consigo… era uma voz suave, quase sussurrada, perto do seu ouvido. Levantou os olhos do livro e viu-o, com um ar desportivo, descontraído, bem diferente o ar executivo da véspera… a barba começava a despontar, dando-lhe um ar negligé e mais leve…
- Claro! Sente-se à vontade … respondeu-lhe com agrado na voz.
- A noite foi reparadora?
- Adormeci vestida, acredita nisto…?
- Acredito, estava visivelmente cansada. E agora, piscina ou praia…?
1 comentário:
Foi bom deliciar-me com tanto chocolate... Voltarei com mais vontade. Parabéns!
NM
http://prazeroculto.blogspot.com
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